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AVIAÇÃO DE VENEZUELA: AVIÕES, REBELIÕES E GUERRAS
No ano de 1947 as Forças Aéreas de Venezuela
foram fundadas (Fuerza Aerea Venezolanaz), que tornaram-se uma nova
arma independente. Na composição de aviação terrestre estavam os aviões
ligeiros: de transporte, de reconhecimento e de comunicação. Mais tarde
os helicopteros juntaram-os.
Nos anos 1947-1949 para as Forças Aéreas nos Estados Unidos eram comprados os aviões de instrução North-American T-6 «Texan», Beach T-7 «Navigator» e T-11B «Cansan», caças «Republic» F-47D «Thunderbolt» e 14 bombardeiros B-25J «Mitchell» usados anteriormente nas frentes da Segunda Guerra Mundial. Segundo o acordo com os Estados Unidos os numerosos instrutores aéreos americanos começaram a trabalhar no país, e os estudantes venezuelanos sairam para as escolas aéreas e técnicas dos Estados Unidos. Ao fim dos anos de 1940 o país havia aproximadamente 100 aviões militares e 300 pilotos.
Nos
anos de 1952-1957 foram comprados, em total, mais 12 aviões «Mitchell».
Os aviões deste tipo ficavam nas Forças Aéreas até o ano de 1971. No
1950 as Forças Aéreas de Venezuela receberam os primeiros modelos da
técnica a jacto – os caças-bombardeiros De Hevillend «Vampire» FB.Mk5
ingleses equipados por motores De Hevillend «Goblin» (1500 qgs). Estas
viaturas pequenas de viga com fuselagem de folheado equipados por
bateria dos quarto canhões de 20 milímetros, tinham as características
de vôo relativamente baixas (velocidade máxima – 880 qm/hora), más eram
seguras e simples na exploração. No 1955 depois de aviões «Vampire»
foram aquisidos os caças De Hevillend «Venom» FB.Mk4 practicamente da
mesma construção, com o motor mais poderoso (De Hevillend «Host»,
propulsão de 2200 qgs) e características de vôo melhoradas (velocidade
máxima – 1030 qm/hora). No mesmo tempo foi comprado o número dos aviões
combativos e de instrução «Vampire»T.55.
No ano de 1952 as Forças Aéreas ordenaram os primeiros seis bombardeiros a jacto ingleses English Electric «Canberra» B.2. No 1957 chegaram mais oito bombardeiros «Canberra» B.8 e dois aviões combativos e de instrução «Canberra» B.4, com as características excelentes naquele tempo (velocidade 930 qms/hora, tecto – 14600 m, distância de vôo prática – 2760 quilometros com 2.7 toneladas de bombas). Totalmente as Forças Aéreas da Venezuela receberam, em total, 46 aviões de tipo «Canberra», que actuaram nas Forças Aéreas até o fim dos anos de 1980. No mesmo ano de 1957 vieram 18 aviões militares de transporte Firchild C-123B, adicionando os aviões «Douglas» D-18S, C-47, C-54 compados anteriormente.
Nos anos de 1950 em Venezuela formou-se o sistema bastante efectivo de formação dos quadros aéreos, que «serviu» não só as Forças Aéreas nacionais, más e para outros e outros países da região. Incluiu Escola dos cadetes das Forças Aéreas (Air Force Cadet School), Escola Aérea Militar (Military Aviation School), Escola de Formação Avançada dos pilotos das Forças Aéreas (Air Force Advanced School) e Escola Técnica das Forças Aéreas (Technical School). Os aviões de instrução T-6 «Texan» utilizaram-se para preparação inicial e principal, nos aviões «Vampire»T.55 os pilotos se treinaram para técnica a jacto, os aviões de instrução «Beach» T-11 aproveitaram-se para ensinar os pilotos-bombardeiros, e nos aviões «Beach» T-7 os navegadores se estudaram.
No meio dos anos de 1950 os primeiros helicopteros apareceram nas Forças Armadas do país. Eram Sikorski S.51 e «Bell» 47G. Também as Forças Aéreas haviam os hidroaviões ligeiros Grumman SA-16A «Albatros». Em total, aproximadamente 150 aviões militares, incluindo 75 aviões combativos da «primeira linha» estiveram baseados nas cinco bases aéreas do país até o fim dos anos de 1950.
O caça principal e mais apto para o combate das Forças Aéreas de Venezuela no meio segundo dos anos de 1950 – no metade primeira dos 1960 era o avião americano North American F-86F «Sabre». 30 viaturas deste tipo, que anteriormente estiveram no armamento das Forças Aéreas dos Estados Unidos, nos anos de 1956-1960 foram entregadas para Venezuela e entraram na composição de 12-o grupo de aviação de caças, ela consistiu de três esquadrilhas – EC-36 «Jaguar», EC-37 e EC-38. Seis aviões «Sabre» foram perdidos como resultado dos acidentes, e outros, com o prazo de serviço terminado foram tirados de armamento em 1969.
«Estreia combativa» de aviação a jacto de Venezuela tinha lugar no 1 de Janeiro de 1958 quando 200 paraquedistas (as Tropas de Desembarque ficavam na composição das Forças Aéreas do país) capturaram as bases militares “Palo-Negro” e “Boca del Rio” (perto da cidade de Maracaya). Antes de revolta prenderam o Comandante das Tropas de Desembarque coronel Hesus Maria Castro Leon, culpado na preparação de derrubamento do presidente actual do país Brigadeiro Marcos Peres Himenes. Também o pessoal das esquadrilhas algumas (totalmente 14 aviões) tomaram o lado dos rebeldes. Já as 11:00 os “Vampires” de Escuadron de Caza (EC) 35 e F-86F de EC 36 assestaram o golpe contra o Palácio Presidencial Milaflores e edifício de Ministério de Defesa. Estes objectos estratégicos foram bem cobertos por meios anti-aéreos e um avião de cada tipo foi estragado.
Além disso, os aviões «Sabre»
lançaram as bombas num edifício de Ministério de Segurança interna, más
algumas munições não explodiram e prejuízo foi o mínimo. No mesmo tempo
a cisão aconteceu nas fileiras dos rebeldes. Como resultado o
Comandante-em-Chefe das Forças Aéreas deu a ordem cessar as acções
combativas e conduzir os aviões para os aeródromos governamentais, más
ele próprio partiu para Colômbia no avião presidencial C-54. No mesmo
tempo as unidades de Exército e Marinha de Guerra continuaram a luta
armada e atingiram o que queriam – no dia 23 de Janeiro 1958 coronel
Leon deixou o país e dirijiu-se para exílio – primeiramente para
Republica Dominicana, e depois para Colômbia. Daquí Leon encabeçou a
luta contra o “Presidente não legítimo”. No dia 20 De Abril 1960 ele
com os seus partidários voltou ao país e capturou São-Cristobal,
nomeado como a capital temporária do país. Entretanto depois de golpe
de bombas das “Canberras” de composição de Escuadron de Bombardeo 39 o
coronel Leon praticamente não houve chances para captura de poder e
escondeu-se em Colômbia vizinha, nesta vez – para sempre.
Dentro em pouco os bombardeiros “Canberra” tiveram que participar na repressão da rebelião. No 26 de Junho 1961 a guarnição de Barcelona revoltou-se. No dia 4 de Maio 1962 esta guarnição foi apoiado pelo batalhão dos fuzileiros navais em Carupano. De novo as “Canberras” entraram no combate, e os aviões de transporte C-47 e C-123 transportaram as unidades de reforço. Graças à expediência a revolta foi esmagada realmente no dia seguinte. Em geral, o ano de 1962 era «muito rico» para rebeliões. No 2 de Junho os marinheiros revoltaram-se. Aviação executou alguns vôos de reconhecimento, depois disso os “Vampiros” atacaram os edifícios capturados pelos rebeldes em Puerto-Cabello. Reide deles foi apoiado pelo fogo de artilharia de duas fragatas. No dia seguinte as Forças Aéreas repetiram os seus ataques, e no dia 4 de Junho tudo foi acabado com a rebelião.
No ano de 1966 as Forças Aéreas de Venezuela receberam de Alemanha Federal (onde realizaram naquele tempo rearmamento para as caças supersónicos F-104G «Starfighter») 74 caças-interceptores de qualquer tempo F-86K e mais 27 aviões não capaz de voar deste tipo destinados especialmente para as peças sobressolentes (ou «canibalização», como os Americanos gostam de dizer). Estes aviões com a velocidade máxima de 1115 qm/h e tecto prático de mais de 15 quilómetros, construidos para Luftwaffe na Itália por licença americana pela Companhia «Fiat» nos anos 1960-1961, eram uma «espécie» de exportação (simplificado) de interceptor F-86D com radar de bordo AN/APG-37 e destinaram-se para equipamento das Forças Aéreas dos países de OTAN. Já na Alemanha os «Sabres», quais anteriormente haviam só armamento dos canhões (quatro 20-mm canhões M-24A1), receberam os foguetes – dois foguetes dirijidos de alcançe pequena AIM-9B «Sidewinder».
Estes aviões serviram nas esquadrilhas EC-34 e EC-35, e também na EC-36 (onde substituiram F-86F). Em comparação com os aviões americanos «Sabre» que demonstraram uma segurança bastante alta durante a exploração dos aviões da montagem Italiana os venezuelanos encontraram-se com as dificuldades sérias. Como resultado excepto 27 aviões, aquisidos especialmente para as peças sobressalentes os venezuelanos tinham que «canibalizar» mesmo o meio de todos os aviões F-86K capaz de voar.
No Julho de 1969 os vôos da maioria dos aviões venezuelanos «Sabre» de Venezuela eram prohibidos por causa dos problemas com o sistema hidráulico. No mesmo ano conseguiram vender cinco aviões F-86K ao Honduras, e outros em breve foram substituidos pelos aviões supersónicos «Mirage»III.
No fim dos anos de 1960 os primeiros caças supersónicos foram comprados em França – Dasso «Mirage»IIIDV, capaz de desenvolver a velocidade correspondente ao M=2.2 e tecto 17000 metros. No início de anos de 1970 as caças modernizados «Mirage»IIIEV foram comprados, e também as caças-bombardeiros (sem radar de bordo más com armamento de choque reforçado) «Mirage»5V e os aviões combativos e de instrução de dois lugares «Mirage»5VD.
Depois, nos anos de 1990, 16 aviões «Mirage»IIIEV, «Mirage»5V e «Mirage»5DV foram reequipados nos «Mirage»50EV e «Mirage»50DV. Os aviões modernizados foram equipados por equipamento rádio-electrónico novo correspondente ao nível da 4-a geração, e também com o motor mais poderoso «Atar» 09K-50.
Para substituição dos aviões «Vampire», «Venom» e F-86F foi decidido comprar em Canadá os aviões «Canader» CF-5A/D (variante de licença canadença do americano «Freedomfighter» Northrop F-5). Ainda que estes caças não distinguiram-se por características aéres altas (a velocidade máxima corresponde M-1.28, tecto prático – 12000 metros), eles tinham uma capacidade de manobra perfeita, eram simples e pouco exigentes na exploração. Nos anos de 1972-1974 Venezuela comprou 12 caças que receberam uma designação VF-5A, e quatro aviões combativos e de instrução de dois lugares VF-5D. No ano de 1993 estes aviões passaram uma modernização recebendo equipamento rádio-electrónico aperfeiçoado.
Mais tarde em Holanda compraram mais sete aviões NF-5A/B, com algumas modificações. Em particular, uma mecanização «combativa» foi realizada neles dando estes aviões as características de manobra extremamente altas, que superaram as características correspondentes tais «mestre do combate aéreo próximo», como «Mirage»III ou MiG-21.
Nos anos de 1980-s Venezuela recebeu dos Estados Unidos 30 aviões OV-10A e OV-10E «Bronco» especiais «anti-guerrilheiros», que mostraram as excelentes qualidades em Vietname.
As Forças Aéreas de
Venezuela eram primeiras entre os países da América Latina para ser
equipados pelos sistemas aéreos da 4-a geração: em 1984-1985 18 caças
F-16A e seis aviões combativos e de instrução F-16B eram comprados nos
Estados Unidos.
Em resultado de todas essas reformas, rearmamentos e reequipamentos ao meio da década última do XX século as Forças Aéreas de Venezuela tornaram-se umas de mais poderosas e modernas na América Latina. No nível regional elas cederam só as Forças Aéreas de Cuba mais numerosas e equipadas pela técnica Soviética de 2, 3 e 4-a gerações. Que mais a vida política dos países da América Latina rica com os acontecimentos não permitiu de relaxar aos pilotos.
Em Agosto de 1987 todas as Forças Armadas de Venezuela foram levadas no estado da prontidão combativa elevada: mais uma vez as relações dificultaram com Colômbia. Os aviões de reconhecimento “Canberra” PR.83 cumpriram a série dos vôos de reconhecimento sob as regões de fronteira, e os pilotos dos caças F-16 e “Mirage” intensificaram os seus treinos, prestando a atenção especial numa interacção estreita com as tropas terrestres. Más os dois lados conseguiram de evitar o conflicto armado.
Os anos de 1990-s tornaram-se para Venezuela os mais ardentes e ricos por acontecimentos. Praticamente durante 10 anos administração do presidente Carlos Peres sofreu duas tentativas de revolta armada. As Forças Aéreas do país desempenharam o papel bastante grande nelas. O coronel Hugo Rafael Chaves Frias (o presidente futuro de Venezuela) encabeçou a rebelião primeira. Más as sedições que rebentaram no dia 4 de Fevereiro de 1992 tinham sido neutralizados pelas tropas governamentais, e o próprio coronel Chaves foi metido na prisão.
A segunda tentativa de revolta tinha lugar no dia de 27 de Novembro do mesmo ano. Foi organizada pelo Brigadeiro Visconti, das Forças Aéreas de Venezuela, o companheiro de armas mais próximo de Hugo Chaves. A preparação intensa precedeu aos eventos de 27 de Novembro. Em primeiro lugar Brigadeiro Visconti concentrou practicamente toda a técnica aérea combativa existente na base aérea «El Libertador» (perto de Palo-Negro) sob pretexto de preparação para Parada Aérea dedicada ao Dia das Forças Aéreas. Foram aquí três aviões de assalto OV-10E e seis OV-10A “Bronco” da composição de 15-a esquadrilha do destino especial (Grupo Aereo de Operacion Speciale.15), que geralmente ficavam na base aérea Maracaibo, todos 24 F-16A/B de Grupo Aereo de Combate.16, 16 aviões “Mirage” IIIEV e «Mirage»5V de GAdC.11, e também alguns aviões «Freedomfighter» VF-5. Que mais, concentraram na base oito aviões militares de transporte C-130H, seis G.222, dois Boeing 707, oito helicopteros “Super-Puma” e 12 UH-1.
A revolta começou em 03:30 do tempo local: Brigadeiro Visconti pessoalmente encabeçou os destacamentos de assalto dum dos batalhões da 42-a brigada de tropas de dezembarque. Com estes combatentes bem treinados durante o tempo curto ele consegui capturer o Centro de Comando da base aérea. Outro grupo conseguiu capturar a Academia Aérea Marcial Sukre na Boca del Rio. O objectivo principal aquí foram os aviões do Grupo Aereo de Entreinamiento 7 e 14. Foram os aviões de instrução T-37, AT-27, T-2D, que tinham uma significão combativa grande durante todas as rebeliões e revoltas. E em breve o grupo de assalto pequeno, que incluia, com excepção dos militares, alguns combatentes de destacamento especial de polícia, capturou o estúdio de televisão em Caracas, donde mostraram a cassette com gravação de apresentação de Hugo Chaves.
Combates no ar de Venezuela em 1992 eram muito curtos e episodicos para fazer as conclusões bastante profundos. Más no qualquer caso demonstraram perfeitamente que os aviões ainda projectados especialmente que tinham possuidos o complexo necessário de sobrevivência combativa e especializados para as acções contra-insurgentes (assim como os aviões OV-10 «Bronco») tinham as perdas grandes inaceitável no caso de combates contra as forces regulares, cobertas por «guarda-chuva» não muito poderoso da defesa anti-aérea (exército de Venezuela usou mesmo o sistema da defesa anti-aérea de alcançe pequena «Roland», o sistema da defesa anti-aérea transportável RBS-70, como 40 e 20-mm instalações anti-aéreas).
Um dos homens, quem tirou as lições mais proveitosas dos eventos de 1992 foi Hugo Chaves que conseguiu dentro de seis anos atingir o poder por via legal democrático, da maioria do povo Venezuelano. Graças à falência completa do regime pro-americano no país Chaves conseguiu vencer nas eleições presidenciais já no Dezembro de 1998. No XXI século, depois de chegada dele ao poder, uma nova história de aviação deVenezuela começou …
As Forças Aéreas deVenezuela
hoje e amanha
Hoje as Forças Aéreas da Venezuela são, certamente, as mais modernas na América Latina. Elas únicas no Semisfério Ocidental (com excepção dos Estados Unidos) possuem os caças pesados multifuncionais da geração «4+» Su-30MK, no seu potencial combativo superados algum outro avião combativo táctico no continente americano, com excepção da caça da quinta geração F-22A, que veio no armamento das Forças Aéreas dos Estados Unidos no fim de ano 2005.
A decisão sobre acquisição destes caças russos foi tomado por governo de Hugo Chaves primeiramente como a medida de resposta contra o embargo introduzido pelo Departamento Estatal dos Estados Unidos para fornecimentos neste país do armamento Americano e peças sobresallentes para técnica militar americana: o novo presidente da Venezuela tornou-se «incómodo» para Washington e ele reagiu na sua própria maneira.
O contracto
concluido no 28 de Setembro de 2006 sobre a compra por Caracas dos 24
aviões de dois assentos de tipo Su-30MK2, foi cumprido completamente
até o Agosto de 2008. Como resultado Venezuela tornou-se o decimo
primeiro membro de «clube» dos estados – proprietários dos caças
pesados de 4-a e 5-a gerações, no qual participaram anterioramente
Rússia (que possui hoje o parque dos 307 MiG-31, e também 445 Su-27/30
e 24 Su-33), os Estados Unidos (755 F-15 e 187 F-22), Índia (230
Su-30), Indonésia (10 Su-27/30), Israel (25 F-15), Irão (25 F-14),
Maláisia (18 Su-30MKM), China (286 Su-27/30 e 98 J-11), Arábia Saudita
(139 F-15), Singapura (25 F-15), Coreia do Sul (60 F-15) e Japão (157
F-15). Que mais depois de derrocada da União Soviética, os caças
pesados de composição das ex-Forças Aéreas da União Soviética ficaram
na Bielo-Rússia (23 Su-27), Casaquistão (42 Mig-31 e 47 Su-27) e
Ucrânia (74 Su-27). Mais dois países – Angola e Etiopia – compraram 7 e
14 «usados» Su-27 cada para utilização nas acções combativas concretas
(más, considerando a situação económica destes estados é dificil supor
que elas podem conseguir durante o longo tempo manter uma técnica assim
complicada no estado trabalhador).
Os caças pesados são hoje os aviões tácticos mais poderosos por sua efectividade integral essencialmente superados as unidades combativas mais ligeiros dos anos anteriores de construção (MiG-29, F-16, F/A-18, «Mirage»2000 e outros). Su-30MK2, aquisidos por governo da Venezuela nos anos de 2006-2008 pertencem à última versão mais sofisticada de «30», produzida na cidade de Komsomolsk-no-Amur. Diferentemente de modificação de Su-30MKI e derivados dele produzidos na cidade de Irkutsk este avião está feito segundo do esquema aerodinámico normal, sem empenagem horizontal frontal, equipado por propulsor tradicional sem sistema UVT e tem um complexo radio-electrônico de bordo feito exclusivamente dos components russos. As particularidades de Su-30MK2 em comparação com Su-30MKK são equipamento rádio-electrônico modernizado, e também o armamento reforçado de choque (no primeiro turno – contra-navio).
Diferentemente do seu predecessor – Su-30MKK – avião Su-30MK2 pode levar os foguetes supersónicos contra-navio X-31A, e também os mais pesados e «distantes» X-59MK, capaz de ferir os objectivos de superfície na alcançe de 200 quilómetros. Arquitectura aberta «do bordo» permite aumentar simplesmente as capacidades do complexo de armamento integrando nele os meios de derrota novos de alta precisão. Provávelmente na qualidade dos tais meios perspectivos é possivel considerar o foguete táctico cruzeiro de tipo X-59M2 com alcançe de 285 quilómetros (analogo de americano AGM-158 JASSM e européio «Scalp»), e também os foguetes sofisticados contra-navio e os foguetes contra-radares de tipo X-31 e X-35).
Com chegada de Su-30MK2 aviação da Venezuela ainda sem uso dos aviões-tanques recebeu a capacidade de actuar com segurança não só na zona costeira, más e na parte maior de aquatório do mar das Caraíbas e até a parte oriental de Cuba. Com isso no caso duma agressão hipotética de «Yankee» contra Venezuela, os venezuelanos pela primeira vez receberam uma possibilidade de responder adequadamente aos Estados Unidos por assestamento de golpe aéreo «estratégico» contra tal ponto doloroso para os Estados Unidos como o Canal de Panamá, que tem a significação económica e military grande para os Estados Unidos. As instalações do Canal não vão resistir os golpes das bombas de aviação de 1500 quilogramas de alta précisão KAB-1500 ou foguetes cruzeiros X-59M.
Entrada nas Forças Aéreas da Venezuela dos aviões Su-30MK2, provávelmente, favoreceu e fortalecimento das posições da Rússia numa competição para caça de perspectiva realizado por Ministério de Defesa do Brasil. Anteriormente os brasileiros tomaram a decisão de deixar num «lista curto» dos pretendentes os aviões Boeing F/A-18E/F, Saab JAS 39 Gripen e Dassault Rafale, más no inverno de 2009 foi decidido voltar de novo ao número dos participantes de tender e russo Su-35.
É preciso dizer que Venezuela foi o primeiro país na América Latina para receber os aviões de 4-a geração: no Maio de 1982 Caracas tomou a decisão sobre a compra dos 24 caças ligeiros mais novos para o seu tempo para conquistar uma supremacia no ar F-16 (18 combativos de um lugar e seis combativos e de instrução de dois lugares) com o objectivo de substituir os caças «Mirage» IIIEV e caças-bombardeiros «Mirage» 5V, comprados nos anos de 1960-70 em França (pertenceram à 2-a geração dos aviões combativos a jacto). Além disso os aviões «Mirages» retirados de serviço não suponharam guardar, utilizar ou vender, más enviar para França, para empresa – produtora da Companhia Dassault, com o objectivo de modernização profunda posterior deles e reequipamento numa variante mais moderna de Mirage 50V, correspondente às exigências para os aviões de 4-a geração segundo o nível de equipamento rádio-electrônico.
É interessante que inicialmente os Estados Unidos tentaram a impor para as Forças Aéreas da Venezuela a variante de exportação de avião «Fighting Falcon» – F-16/79, equipado por motor General Electric F79-GE-17X (8200 qgs) possuindo as características no voo mais piores do que o avião inicial com o motor Pratt & Whitney F100-PW-200 (10800 qgs). Más os americanos não conseguiram «apertar» esta versão do avião e os venezuelanos conseguiram de insistir no fornecimento dos aviões F-16A/B Block 15, quais praticamente não distinguiram-se dos caças recebidos para as Forças Aéreas dos Estados Unidos ou dos aliados de OTAN.
Apresentação solene do primeiro avião venezuelano «Fighting Falcon» tive lugar na empresa de Fort Worth em Setembro de 1983, e entrega dos primeiros seis aviões ao cliente realizaram no 16 de Novembro do mesmo ano. No dia 10 de Dezembro de 1983 estes aviões alcançaram a prontidão operative inicial (IOC). Fornecimento de todos os 24 caças se completou em 1984.
Do fim de 1995 os aviões F-16A/B venezuelanos tinham passado a reforma geral e modernização planeada, em resultado dela receberam, em particular, os novos Honeywell H-423 com os giroscópios laser GG1342. É preciso notar que os pilotos venezuelanos e pessoal técnico exploraram habilmente estes aviões (bastante complicados e «frágil» na manutenção). Como consciência só um «Fighting Falcon» venezuelano foi perdido por causa de acidente durante de todos os anos de exploração.
Hoje
na composição das Forças Aéreas da Venezuela 17 F-16A actuam dos quais
em resultado de embargo americano (fornecimento das peças
sobressalentes), só três aviões estão capaz de voar e os outros 14 –
ficam nos estacionamentos. Modernização do parque dos aviões «Fighting
Falcon» anteriormente planificada com ajuda de Israel hoje não é
possível por causa de posição «anti-venezuelana» dos Estados Unidos.
Provávelmente, no tempo próximo estes aviões serão completamente pôr
fora do serviço e utilizados.
12 caças-bombardeiros «Mirage»50EV continuam o serviço combativo deles nas Forças Aéreas da Venezuela. Estes aviões recebidos no início dos 1990, eram construidos (concretamente, reconstruidos) em França dos aviões mais antigos «Mirage» IIIV e «Mirage» 5V feitos nos anos de 1960-70.
Outros aviões combativos nas Forças Aéreas da Venezuela que pertencem à geração«2+», são10 caças ligeiros supersónicos de produção de Canadá «Canadair» NF/VF-5A na primeira metade dos anos 1990-s estes aviões tinham passado a modernização, com instalação de receptor de antena de navegação de satélite, aparelhagem do sistema TAKAN de rádio-navegação, indicador no vidro frontal e outro equipamento sofisticado. Em resultado, apesar de características de vôo medíocres, estes caças como sempre preservam o valor combative determinado.
Se acreditar à imprensa, na qualidade de substituição dos aviões «Mirage» 50EV e N/VF-5A o governo da Venezuela está considerando o caça mais moderno multifuncional russo Su-35, que está passando no tempo presente os ensaios no vôo. Esperam que os fornecimentos destes aviões (destinados mesmo para as Forças Aéreas da Federação Russa, como para os parceiros da Rússia na cooperação técnica–militar) vão ser iniciados nos anos de 2011-2012. Neste caso Venezuela tem as oportunidades reais tornar-se o primeiro destinatário estrangeiro da técnica nova.
Para dia de hoje o avião Su-35 é único caça no mundo capaz de resistir a caça Americana F-22A da 5-a geração practicamente de igual para igual. aparecimento de duas dúzias destes aviões na composição das Forças Aéreas de Venezuela como adicionamento para 24 Su-30MK2 pode criar os problemas sérios para os Estados Unidos tirando-os a possibilidade acabar com a infra-estrutura militar de Venezuela com perdas mínimas. Más condução das acções combativas mais ou menos escaladas, com as perdas sensíveis em pessoal e técnica combativa dispendiosa numa região do mundo como América Latina potencialmente explosiva e, em total, com a relação negativa aos «gringos» poderá vir a ser, no primeiro turno, contra os próprios Estados Unidos.
Su-35 podem tornar o meio de condução das acções combativas realmente efectivo só com o sistema terrestre correspondente de detecção de rádiolocalização e orientação pelo radar, e também o sistema terrestre de defesa anti-aérea mais efectivo. Muito lógico para Venezuela foi compra dos complexos mais modernos «Tor» M2 como adicionamento para «Tor» M1 (comprado na Bielo-Rússia), e no futuro – o sistema anti-aéreo de alcançe média S-300PMU2 «Favorite» ou variante de exportação S-400, com o raio de acção de 250 quilómetros capaz de cobrir, junto com aviação de caças, a maioria dos centros importantes económicos e politicos do país contra os golpes de surpresa de ar (incluindo e com uso dos foguetes cruzeiros).
As Forças Aéreas da Venezuela possuem 20 aviões de assalto ligeiros OV-10 «Bronco», destinados para apoio directo das tropas, e também para as operações contra-insurgentes. O helicoptero combativo Mi-28NE todo atmosférico e de todo o tempo está considerado como substituição deste avião.
É possível, o novo avião de assalto ligeiro destinado para condução das acções combativas de efectividade limitada será necessário. Só que hoje Rússia – fornecedor principal de armamento para Venezuela – não tem assim avião «antiterrorista». China tampouco não tem nenhum avião deste tipo e mesmo nos outros países. Reequipamento nos aviões de choque dos aviões ligeiros de êmbolo ou turbo-helicoidal de instrução apesar de preço baixo e as características de descolagem e aterragem bons destas viaturas, por causa de sobrevivência combativa baixa e armamento fraco destes «erzats-aviões de assalto», não poderá satisfazer completamente as necessidades das Forças Aéreas Venezualanas.
É preciso lembrar que no ano de 1990 no Escritório de projectos de construção nomeado por A.Mikoyan o projecto avançado do avião de assalto «simplesmente reproduzido» foi elaborado, com o código interno «101», com dois motores turbo-helicoidal TV-7-117 possuindo a efectividade combativa alta, sobrevivência, possibilidade de condução das acções combativas com aproveitamento de combustível e munições unificados, capacidade de ser explorados das placas pequenas campestres com exigências máximo baixas aos meios de manutenção de aeródromo …
Pensamos que o avião «101» (concretamente – evolução posterior deste tipo) podia corresponder às exigências para ao avião ligeiro prospectivo de choque, de desembarque e de transporte para as Forças Aéreas da Venezuela. Que mais, havendo a possibilidade da produção en massa no «periodo especial» nas empresas não especializadas com a força de trabalho relativamente pouco qualificada, avião «101» podia tornar-se uma base excelente para desenvolvimento de produção naciaonal de aviões em Venezuela (é necessário dizer que com excepção de choque eram elaboradas as variantes de desembarque, de transporte, de patrulha, de de instrução e outras variantes de viatura, que podia assegurar ao avião «101» de montagem venezuelana um mercado potencial nos países da América Latina.
Os trabalhos de projecto «101» tinham continuados e no período depois de «perestroika», até o início de década corrente, enquanto a produção do avião real não foi completada por causa das razões sérias, e razão principal, mais provavelmente, foi o financiamento insuficiente. Contudo, as idéias principais introduzidas na construção do complexo aéreo de choque «rapidamentemente reproduzido», não tornaram-se antiquado ainda hoje. No caso de reanimação deste projecto junto com Rússia Venezuela podia já no meio dos anos de 2010 pôr no armamento um avião barato, simples e efectivo assim como, por exemplo, a pistola-metralhadora de «Kalachnikov», de modo ideal correspondente à especificidade dos países da América Latina.
Variante outra para Venezuela pode ser compra dum avião de assalto ligeiro feito na base dum dos modernos aviões a jacto (combativos e de instrução). Tal avião de assalto poderia ser o avião de choque ligeiro na base de russo avião Yak-130 (combativo e de instrução) ou viaturas combativas chinesas na base dos aviões de instrução a jacto K-8 ou L-15. Compra dos aviões de assalto ligeiros na base de avião combativo e de instrução nos outros países não é razoável (ou possível) segundo das razões políticas condicionados pelo nível alto de integração da indústria de aviões destes estados com a indústria de aviões dos Estados Unidos.
Uma das
vantagens de «Yak» é o complexo moderno de equipamento
radio-electrônico, muito bem unificado com o complexo análogo dos
aviões Su-30MK2, e também o complexo de vitalidade combativa muito mais
desenvolvido do que nos aviões chineses. No mesmo tempo a velocidade
supersónica (M=1.4) é uma vantagem de L-15, que permite aproveitar este
avião como caça ligeiro nas condições determinadas. A vantagem
principal de K-8 é o facto, que Venezuela já está comprando 24 aviões
deste tipo na China na qualidade dos aviões de instrução (combativos e
de instrução).
Aviação de instrução da Venezuela existente (capaz de actuar como combative no caso de necessidade) tem na na sua composição 20 aviões de instrução a êmbolo EBM-312 Tucano, comprados no Brasil e utilizados para treinamento dos estudantes militares, e também dois caças F-16B combativos e de instrução (mais dois – na reserva), três aviões «Mirage» 50DV e três VF-5D.
Anteriormente Venezuela planificava comprar no Brasil os novos aviões de instrução a turbo-hélicé EMB-314 Super Tucano, más os Estados Unidos em 2006 impuseram embargo sobre fornecimento destas viaturas ao Caracas equipados por motores americanos a turbo-hélicé. Venezuelanos encontraram uma saida para esta situação por meio de organização da sua própria produção dos aviões de instrução EMB-312 Tucano (designação local T-27) e SF-260 (F-260) em Venezuela. Estas viaturas podem ser usadas não só para preparação dos pilotos, más mesmo como os aviões de assalto ligeiros (no regime de mobilização).
A decisão muito importante de Caracas é compra na China dos 24 aviões modernos a jacto K-8 «Caracorum» (combativos e de instrução).
Para condução da luta rádio-electrônica as Forças Aéreas da Venezuela utilizam dois aviões «Metro»III e um «Falcon»20. Certamente, nas condições actuais este parque não é suficiente e em breve a decisão vai ser tomada sobre a compra dos aviões auxiliares de reconhecimento radio-electrônico e reacção radio-electrônica.
Frota dos aviões-tanques de Venezuela possui hoje dois aviões-tanques reequipados de aviões de carreira de pasageiros «Boeing» 707-320C. No tempo curto (em 2009) dois aviões-tanques de tipo Il-78 comprados na Rússia têm que substitui-los.
Na composição de aviação militar de transporte do país bastante numerosa actuam seis médios aviões de transporte C-130H «Hercules», construidos nos Estados Unidos, e um ligeiro avião de transporte italiano G222 (mais quatro aviões deste tipo são na conservação). Num tempo curto 10 aviões poderosos russos Il-76 têm que vir para equipamento das Forças Aéreas, eles podem dar às Forças Armadas da Venezuela uma mobilidade operativa mais significante.
Entretanto par solução das tarefas tácticas de aviação militar de transporte da Venezuela podem ser necessários os «transportadores» novos e mais ligeiros de classe C-130. Porquanto compra dos novos aviões «Hercules» nos Estados Unidos hoje é pouco provável e o avião russo médio de transporte Il-214 criado juntamente com Índia, possívelmente, em breve não vai aparecer, Caracas pode tomar a decisão de comprar na China alguns aviões modernizados de tipo An-12, produzidos pela licenca Soviética.
Para substituir G222 tive-se em vista de comprar 10 aviões militares ligeiros de transporte da Espanha C-295, más por causa de embargo Americano (os components americanos usam-se no avião C-295) este arranjo foi impossível. Em consequência disto, em 2007 as negociações com Rússia iniciaram sobre fornecimento dos aviões militares ligeiros de transporte An-74 com descolagem e aterragem curtas produzidos pela Empresa «Poljot» (cidade de Omsk).
Além disso, para transportações aéreasas as Forças Aéreas da Venezuela utilizam dois aviões de transporte Citation I/II, um Cessna 208, dois King Air 200 (mais um fica na conservação) e dois Shorts 360.
O parque dos helicopteros de transporte das Forças Aéreas inclui dois Mi-172, 15 Bell 212 e três AS332/532. O parque possui, também, 12 helicopteros de instrução SF-260.
Exército da Venezuela também dispõe de parque de aviação muito numeroso, que inclui quatro aviões militares ligeiros israelitos de transporte com descolagem e aterragem curtas «Arava» (mais um fica na conservação), um King Air 90 e 12 M-12, e também 47 helicopteros – cinco A109, um Bell 205, dois Bell 206, 12 Bell 412, 12 Mi-17V5, dois Mi-26T, e três S-61. Que mais, ultimamente 10 helicopteros combativos russos Mi-35M2 vieram para as Forças Aéreas Venezuelanas, isto aumentou consideravelmente o poder de choque do Exército da Venezuela.
No futuro é planificado o re-equipamento practicamente completo do parque dos helicopteros de aviação terrestre médios e pesados por 58 helicopteros Mi-17B5, Mi-35M2 e Mi-26T. No ano de 2009 é projectada uma aquisição na Rússia de 10 helicopteros mais modernos Mi-28NE (helicopteros de shoque, dia-noite e para qualquer tempo). Com aparecimento destes helicopteros equipados pelo complexo moderno anti-tanque «Ataque» capaz de derrotar os objectivos blindados móveis de pequena dimensão na distância até 8 quilometros, aviação terrestre da Venezuela vai adquirir as qualidades em principio novas, recebendo a capacidade de lutar efectivamente contra os alvos terrestres sem dependência do tempo e condições atmosféricas.
Não é preciso excluir uma possibilidade de compra por Venezuela na perspectiva visível dos tipos militares de helicoptero «Ansat» da Empresa de helicopteros em Kazan (existem mesmo os tipos de transporte e desembarque, como os tipos de reconhecimento de «Ansat»).
Na composição de aviação das Forças Navais do país – três aviões C-212, destinados para participação nas operações especiais,quatro aviões de transporte C-212 (mais um – na reserva), um King Air 200 e um King Air 90, mais 15 helicopteros AB212/412 e dois Bell 206. Considerando a posição geográfica do país e tarefas das Forças Navais da Venezuela, estas forças são evidentemente insuficientes e nos anos próximos, provavelmente, elas serão reforçadas. Como medida prioritária pode servir uma aquisição na Rússia dos helicopteros anti-submarinos Ka-27/28. No posterior, planificam a compra dos aviões de patrulha (anti-submarinos) na base de Il-114 ou Il-112.
Guarda Nacional da Venezuela também tem hoje seis aviões «Arava» (mais um – na conservação) e 11 M-28, também quatro helicopteros A109, nove AS355, 13 Bell 206 e nove Bell 412.
Aviação militar da Venezuela entra hoje numa nova etapa do seu desenvolvimento, caracterizada por compras de técnica de aviação mais moderna de fabrico russo e Chinese também. Entretanto reforçamento de aviação vai exigir não só uma renovação de parque dos aviões e helicopteros, más desenvolvimento da infra-estrutura terrestre. Isto não é segredo, que os dirijentes venezuelanos hoje consideram como o inimigo potencial principal, no primeiro turno, os Estados Unidos. Por isso Caracas agora tem que basear-se, antes de mais nada, numa experiência cubana de oposição (incluindo oposição aérea) contra o «perigo de Norte», e também numa experiência de Vietname, qual consegui (com ajuda da União Soviética) criar o sistema da defesa anti-aérea, que «não estive à altura» para os Estados Unidos (foi muito dificil de derrotar para os americanos).
/ N2 2009