Главная / Archive / N2 2009 / RUSSIA - BRASIL: A ALIANCA ESPACIAL?

RUSSIA - BRASIL: A ALIANCA ESPACIAL?

O cosmódromo básico brasileiro esta situado no norte da costa atlántica do país e leva o nome Centro de Lançamento de Alcântara – o Centro dos lancamentos de Alcântara. E o máis próximo ao equador terrestre porto espacial no planeta (2 ° 57 ’ th. Rd.) – está mais próximo, que o cosmódromo da agência Europeia Espacial Courou na Guiana francesa (5 ° 18 ’ th. Rd.). Assím, a posição geográfica de Brasil da-lhe as possibilidades excelentes para a organização dos lancamentos a órbita económicamente eficazes.

A construção de cosmódromo foi começado em 1982. O primero lançamento (o foguete Sonda II XV-53, produção própria) – tinha lugar em 21 de Fevereiro de 1990, mas era desgraçado, tanto como os posteriores. Em resume, uma série dos foguetes brasileiros experimentais da elaboração própria, segundo certa informação, se ve assím: Sonda I, Sonda II, Sonda III, Sonda IV, VS-30, VS-40 y VSB-30. A elaboração de foguetes tinha lugar desde 1960 anos sob a direcção das Forças Aéreas de Brasil (Força Aérea Brasileira, FAB). As elaboraçoes secretas pelo régime militar de Brasil do foguete próprio chamaram os receios determinados e as sançoes por parte dos EU e seus aliados, por isso o país tinha as dificuldades de adquisição dos componentes necessários e as tecnologías.

Depois da destituição do poder do régime militar (em 1985) e segundo dos presidentes democraticamente escolhidos civieis de Brasil Fernando Collor do Mello (1990-1992.) entregou o programa brasileiro de foguete-espacial de FAB ao governo civil (agora acaba por Ministério da Defesa do país). Máis tarde, aos principios de 1994, o Collor deixado de ser o programa secreto dos militares brasileiros pela elaboração de arma nuclear, assím chamada «o programa Paralelo» (Programa Paralelo). Como resultado o programa nuclear do Brasil era posto sob o controle internacional. Também Brasil em Outubro de 1995 se juntou ao Régime de controle das tecnologías de foguete (Associacão voluntária dos estados criada no Abril de 1987). Em Julho 1998, o Brasil se juntou ao Contracto sobre a não-distribuição de arma nuclear e ratificou o Contracto sobre a prohibição universal das provas nucleares.

Para o desenvolvimento de complexo de foguete-espacial do país em 10 de Fevereiro 1994 a Agência Brasileira Espacial foi fundada (AEB – Agência Espacial Brasileira).

Desde que o seu próprio programa de foguete nao deu os resultados, os brasileiros que tinham o cosmódromo, e que desejariam começar máis depressa os lançamentos reais, dirigiram o seu olhar ao lado da técnica estrangeira. Em 1994 em Alcântara eram testados os foguetes franceses Ongoron I e II. Paralelamente Brasil buscou nos países diferentes a ajuda técnica para programa próprio de foguete e de satélite. Nas formas distintas tal cooperação se realizava e se realiza com as agências espaciais e as firmas de Índia, China, Israel, Francia, os EU, Ucránia e agora – Rússia.

O interésso de Brasil pelas nossas tecnologías de foguete-espacial se ve completamente lógico. Rússia – e o herdeiro e o continuador das tradiçoes da cosmonáutica soviética – é um dos líderes reconhecidos mundial da indústria espacial e do mercado dos lançamentos comerciais de cargas a órbita. Máis veremos que as tecnologías trabalhadas russas de foguetes com jacto-propulsor líquido e que interessiam máis os brasileiros, antes que os programas que citavam eles com as esperanças nas tecnologías do combustível duro.

Nos últimos anos e medio décadas o projecto básico nacional da Agência Brasileira espacial da criaçao de foguete-portador próprio para o lançamento de satélites a órbita se considera como projecto VLS (Veiculo Lançador de Satélites). Em seus límites é criada PH VLS-1.

Nos límites do projecto eram construidos três prototipos do foguete dado. Primeiras tentativas de lançamento não haviam sidas coronadas com o éxito. 2 de Novembro 1997 foi dada a ordem para autodestruiçao em 65 segundo do voo. 11 de Dezembro 1999 o voo foi acabado em 200 segundo. Com todo isso, os lançamentos V01 e V02 permitiram provar alguns componentes dos foguetes.

A copia V03 explodiu, por desgraca, na plataforma de arranque em 22 de Agosto de 2003, durante a preparação para o lançamento com carga útil. A causa foi um curto-circuito o o lançamento casual um dos motores. A explosão conduziu a morte de 21 pessoas, mesmo a plataforma de arranque foi destruida e provocado o incêndio na selva que rodea.

Apesar do luto de três días, declarado no país, o Ministro de Defesa Joze Viegas e o Ministro de Ciência e Tecnología Roberto Amoral tinham declarado que o programa espacial tem para o país a importância estratégica e continuará. E necessario notar, que em 2003, a Rússia foi o primero, que reagiu ao acontecimiento trágico e enviou ao lugar do catástrofe o grupo dos especialistas de foguetes. Provavelmente, este facto tinha a influência directa na assinatura em Outubro de 2004 do Memorándum de cooperação entre Rússia e Brasil na esfera espacial.

Em 24 de Outubro 2004 de Brasil consegui transformar-se a fim numa potência de foguete-espacial, tendo lançado com éxito do cosmódromo Alcântara o foguete VSB-30 suborbital de dois-estagios (o BEV – Brazilian Exploration Vehicle). O foguete VSB-30 pode levar a bordo cerca de 400 kg de carga e levantar-se a altura até 250 qms que permite usa-lo como geofísico. Se comunicava, que Brasil espera com passar do tempo forneçer tais foguetes a exportação, em particular, a Agencia Europea espacial, para substituir os foguetes británicos do classe análoga Skylark .

Nao desejando negar as ambições orbitais, o governo de Brasil em 2005 aprovou o projecto de criação e lançamento a órbita de satélites próprios, em que se supoe em 2010 por a órbita três aparatos espaciais (por meio dos mesmos foguetes VLS). Para a realização do projecto era planeado gastar mil miliones de dólares durante seis anos, inclusivamente a soma 650 mln. de dólares para reconstruir o cosmódromo Alcântara, tendo levado a quantidade de complexos de arranque ate cinco para abastecer 12 lançamentos por ano. Ha demais, que o rendimento anual de lançamentos comerciais se esperava em dimençoes de 60-100 mln. dos dólares por ano.

Por que imagem, pode o país realizar tais planos, não possuindo um foguete portador preparado? Brasil se dirigiu a experiência e as tecnologías russas.

Em 2005 os dirigentes das agencias espaciais de Rússia («Roskosmos») Anatoly Perminov e Brasil (AEB) Sergio Gaudenzi foram assinar os documentos, em que limites Rússia deve enviar em cosmos o primeiro cosmonauta brasileiro, ajudar criar um novo foguete e um satélite de sondagem da terra a distância (também, provavelemente, um satélite de comunicaçoes).

Por executor da parte essencial deste programa – o ajustamento de foguete-portador brasileiro e o apoio de começar com os lançamentos comerciais de cosmódromo Alcântara representa por si a Sociedade por Acçoes «Centro Estatal de foguete de nome de académico SP.Makeev» GRC em Miassa, região de Cheliabinsk. É um contratante russo, que tem a experiência enorme de criaçao como o ICMB de base do mar, e os foguetes – portadores civieis na sua base. Visto que GRC Makeev tem tambem a plataforma espacial de elaboração propria, que permite rápidamente criar os satélites de volume escasso (aparelhos “Kompass” e «Kompass-2» lançados e postos em marcha a órbita em 2001 e 2006), o russo CB (Bureau de Construçao) tomará parte provavelmente em criação dos satélites brasileiros.

No mesmo 2005, a imprensa brasileira tinha publicado o programa da cooperação russa-brasileira espacial ate 2022, que deve permitir «levar até a mente» o foguete-portador nacional. Conforme a estas publicaçoes, por médio dos especialistas russos se supoe uma substituiçao gradual dos estagios de combustível duro de foguetes da série VLS com os líquidos que permitiráo reduzir a massa de foguete sem combustível e aumentar o volume útil da carga.

Já no VLS1 Upgrade (que posto em marcha aprasou de 2007 para 2009), dois motores a combustível duro devem ser substituidos pelos de liquidos-a-reacçao. Em relaçao a este programa e formada uma nova fileira de foguetes perspectivos da familia VLS – “Alfa”, “Beta”, “Escala”, “Delta” e “Epsilon”, com o acrescimento gradual de carga transportada útil desde 135 kg (para ol primeiro lançamento de “Alfa”), até 4 t para o foguete, que acaba a fileira, “Epsilon”. Os expertos russos afirmam, que pela base do motor de foguetes brasileiros e tomado RD-191, elaborado para RN portadores-foguetes “Angara”. Em alguns foguetes da fileira serão ser usados os aceleradores brasileiros a combustível duro. Ha demais, que acabam a fileira RN , “Delta” e «Epsilon» permitirão realizar os lançamentos a órbita geofisica.

E necessário notar, que a evolução da cooperação da Rússia e do Brasil no cosmos contribue a activação general das relaçoes diplomáticas, comerciais, científico-técnicas entre dos países. Por primera vez na historia dos nossos países o Chefe de Rússia ol Presidente V.V. Putin foi visitado Brasil em Novembro de 2004, e até pouco, em Novembro de 2008, em Brasil visitava o Presidente D.A.Medvedev. A sua vez, e o Presidente de Brasil Lula sí Silva visitou duas vezes Rússia – com uma visita oficial, também durante o Sammite G8 em San Petersburgo. Juntam se tambem os dirigentes de dois potências e durante os encontros distintos estranjeiros internacionais. Todos os estes contactos bilaterais a nível alto ajudam indudablemente as perguntas que surgem e aceleram o desenvolvimento da cooperação mutua vantajosa científico-técnica e comercial dos nossos países.

Brasil e um dos 16 países que participam no projecto da estação Internacional espacial. Dentro deste projecto em 2006 era enviado um barco russo a órbita com primeiro cosmonauta brasileiro.

O começo de participação de Brasil no projecto internacional não é possível chamar acertado. Devia mandar a base estação Internacional espacial o equipamento a suma de 120 milhões de dólares. A indústria de Brasil era pronta a cumprir o encargo, mas para o governo não bastou o diniero para seu financiamento. Isto não tinha o significado crítico – o catástrofe de “Colombia” levou por si a demora na construção da ECI (Estação Cósmica Internacional). Más entretanto a participação nacional em projecto era consideravelmente reduzida, e o país desejava restabelicer o seu renome vasciliado.

A desenvolver em cooperação com Rússia o seu programa VLS, os brasileiros não desejam com todo «por todos ovos num cesta». Em 2001 o Brasil atraiu ao programa de asimilaçao do espaço cósmico Israel e Ucránia. No dia 24 de OOutubro de 2001 o gabinete dos ministros de Ucránia aprovou os dois acordos concluidos pelos governos da Ucránia com os governos do Israel e a República Brasil Federativa sobre a cooperacao em esfera de investigação e uso do espaço cósmico nos objectivos de paz.

Neste programa Israel devia prestar uma ajuda ao Brasil no campo de modernizaçao dos satélites de comunicação e sondagem remota, Ucránia – o conceder o foguete-portador seguro ( e possivel também o uso dos foguetes RSA-3 israelito «Schavit»), e Brasil – preparar para os lançamentos comunes o cosmódromo Alkântara para lançar os satélites com uso destes foguetes -portadores.

Em 2003 foi assinado o contracto de financiamento de elaboração e construção dos foguetes ucranianos «Ciclon-4» (na base do portador “Ciklon -3” ucraniano) e a organização de seus lançamentos comerciais de Alkântara. O primeiro lançamento se planeava primeiramente em 2006, logo para este ano se refería o prazo de provas de fogo dos motores, embora e a fabricaçao de novos elementos de foguete, e as provas ficaram ser apertados demais. Ao presente se supoe que «Juznaia (do sul) fábrica de construção de maquinaria» comecará a fabricação em série dos foguetes novos em 2009, e o primeiro lançamento de Alkântara será possivel a finais de 2010 o em 2011.

Provavelmente, os brasileiros devem orientar-se a compra «Ciklon-3» comprovado, embora o foguete novo prometido para eles deve ter as características essencialmente melhores. A potência aumentada dos motores, o sistema da direcção de alta precisão “occidental” , o modificado 3 estágio com a reserva aumentada de combustível e a posibilidade de ligação repetida, fuselagem aumentada para carga útil como no foguete Ariane devem abastecer:

– a massa de arranco ate 193 t;

– carga útil ate 5,5 t ao por-se órbita equatorial de altura de 500 quilómetros;

– carga útil 1,6-1,8 t ao por-se a órbita, transitivo a geofixo;

– pôr as órbitas diferentes ao mesmo tempo alguns aparelhos espaciales de classes diferente.

E interesante, que de cooperação de Brasil com Rússia, assím como com Ucránia no campo de foguetes– pôrtadores deve ganhar de Moscovo EUEF «Oficina de desenhos e projectos de construcção de maquinaria de transpôrte» de Moscovo, que realiza a projecção dos complexos de lançamento em Alkântara para os projectos – VLS e «Ciklon-4». O projeto «Ciklon-4» entende a cooperação na produção com algumas otras organizaçoes espaciais russas.

/ N2 2009